Como está o mercado imobiliário durante a pandemia?

Como está o mercado imobiliário durante a pandemia?

Do contrário que diziam as projeções, o mercado imobiliário foi um dos menos impactados durante a pandemia do novo coronavírus, mas ainda assim, como em todos os setores, os profissionais precisaram se adaptar ao novo cenário de distanciamento social.


Nos primeiros meses da pandemia, houve uma quebra de expectativa para o aumento do número de lançamentos de imóveis no Brasil. Segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) aconteceu uma redução de 27,9% nos lançamentos de imóveis e de 13% na oferta, em comparação com o mesmo período de 2019. Por outro lado, em junho de 2020, os lançamentos subiram 114,1% em relação ao segundo trimestre do mesmo ano.


O que não foi abalado pela pandemia?


A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) apontou que os “financiamentos imobiliários com recursos das cadernetas do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) atingiram R$ 9,27 bilhões em junho de 2020, com crescimento de 29,9% em relação ao mês anterior e alta de 52,8% comparativamente a igual mês do ano passado”.

Ou seja, a procura por financiamento não foi afetada durante a pandemia. Portanto, as taxas de juros permaneceram baixas.


Tendências para o mercado imobiliário pós-pandemia


  • Busca por espaços mais amplos

Devido ao isolamento social, as pessoas começaram a passar mais tempo em casa e a valorizar algumas características no ambiente que talvez não fossem tão consideradas antes da pandemia, como o tamanho do imóvel e a presença de espaços abertos ou varanda.


Outro ponto relevante é a chegada do home office. Quem puder aderir a esse “novo normal” vai precisar de mais espaço para utilizar como escritório. Ou seja, essas novas considerações vão gerar mais buscas por espaços maiores.


  • Uso da tecnologia 

Fazer negócios pela internet já era considerado um grande potencial para 2020. Durante a pandemia essa vertente ganhou ainda mais força e sem dúvidas, esse investimento irá permanecer no cenário pós-covid. 


O consumidor tem dado preferência à empresas que possuem plataforma digital e ofereçam resoluções de suas questões e problemas rapidamente, o que torna o atendimento mais prático e satisfatório. Além disso, através de um canal seguro é possível concluir a negociação e realizar assinatura de contrato de forma online.


  • Valorização de imóveis afastados dos grandes centros 

No início da pandemia, uma das alternativas que muitas pessoas buscaram para “fugir” do novo coronavírus foi viajar para longe das grandes cidades, onde os números de casos estão mais elevados. 


Com a flexibilização do isolamento social, a busca por destinos turísticos aumentou, sobretudo para viagens em família, em locais em que as pessoas possam continuar isoladas, porém fora das suas próprias casas, como por exemplo, alugando propriedades por temporada em destinos de lazer.



Oportunidade para fazer bons negócios


A instabilidade financeira das empresas neste período, aumentou o risco de investir na bolsa de valores. Portanto, com o mercado imobiliário em alta mesmo na pandemia, a compra de um imóvel pode garantir maior rentabilidade com o aluguel para terceiros.


Outro fator relevante é que a taxa Selic vem apresentando níveis muito baixos - caindo de 2,25% para 2% ao ano. Ou seja, esse é um ótimo momento para investir em imóveis.


Uma dica para quem quer apostar no setor imobiliário é buscar auxílio na estruturação de processos e estratégias que tornem seu investimento mais rentável.



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